



Esses dias (dia 5) foi meu aniversário, então resolvi fazer um post sobre presentes.
Esse feriado veio a calhar - embora eu nem estivesse lembrando de sua existência - porque assim não terei ensaio amanhã.
Talvez eu já tenha falado sobre isso, talves não, mas um dos fatores que me levaram à criar esse blog foi uma reportagem que escutei no rádio algum tempo atrás.
Chego hoje de manhã no estacionamento para pegar o carro e "oi? ... o que aquele pneu murcho está fazendo ali??"
Eu já falei em algum lugar que o ano de 2009 foi meio turbulento. Perdas, notícias ruins, coisas que não sairam como o planejado, etc.
Há 25 anos fui a responsável por tornar uma pessoa mãe. A minha mãe. Se não fosse por mim ... tsc tsc tsc
Estava arrumando umas pastas aqui e achei essa foto de um jantarzinho que fiz para o pessoal daqui de casa uma sexta-feira dessas.

A primeira vez que vi esse nome (hoje pela manhã) foi no Twitter. Como a mensagem era do Twitter (quase indecifrável!) fiquei meio sem entender do que se tratava e não liguei. Aí ouço no rádio algo sobre uma erupção vulcânica na Islândia. Depois abro os jornais e me deparo com esse nome "Eyjafjallajokull".
Eu deveria prestar um concurso para ser agente da CET e me oferecer para ser agente-home-working.
Renovei a matrícula da academia, então teria que ir querendo ou não, afinal o dinheiro já foi.


Resoluções do mês de abril (o mês que começa no dia da mentira!):
Eu já fiz um post sobre poesia no metrô (aqui), gosto de ler e tal. Hoje eu estava no metrô e comecei a ler um trecho de uma (em destaque abaixo) e aconteceu aquelas epifanias ... sabe quando as coisas são óbvias, mas a gente teima em querer achar uma explicação onde não há?? Enfim ... ultimamente tenho tentado me convencer de que algo não é o que na verdade é."O mistério das coisas, onde está ele?
Onde está ele que não aparece
Pelo menos a mostrar-nos que é mistério?
Que sabe o rio disso e que sabe a árvore?
E eu, que não sou mais do que eles, que sei disso?
Sempre que olho para as coisas e penso no que os homens pensam delas,
Rio como um regato que soa fresco numa pedra.Porque o único sentido oculto das coisas
É elas não terem sentido oculto nenhum,
É mais estranho do que todas as estranhezas
E do que os sonhos de todos os poetas
E os pensamentos de todos os filósofos,
Que as coisas sejam realmente o que parecem ser
E não haja nada que compreender.Sim, eis o que os meus sentidos aprenderam sozinhos: —
As coisas não têm significação: têm existência.
As coisas são o único sentido oculto das coisas."
O Guardador de Rebanhos (Canto XXXIX) - Fernando Pessoa
